Carro de Som Miguel Propaganda em Taguatinga DF

Carro de Som Miguel Propaganda em Taguatinga DF

Carro de som Miguel Propaganda na localidade de Taguatinga, no Distrito Federal do Brasil, atendendo Taguatinga, Ceilandia E Samanbaia e atuando também em Brasília e entorno da capital federal e do Distrito Federal brasileiro.

Responsável: Erinaldo.

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Atenção! Aqui você também pode avaliar o serviço desse carro de som, mas apenas serão aceitos comentários elogiosos ou críticos de usuários que eventualmente já tenham contratado o carro de som acima citado, e que falem do grau de satisfação de usuários com o serviço prestado por ele.
Não serão jamais tolerados assuntos fora dissso, nem comentários desrespeitosos e de cunho pessoal contra profissionais de carros de som.

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Aqui, você vai conhecer um pouco da minha experiência ao montar um carro de som para propagandas de rua, que muito pode ajudar alguns locutores que estejam iniciando, ou, por algum motivo qualquer, tenham ficado fora do mercado que, aliás(e todos nós sabemos muito bem disso), é bem restrito.

Por vários fatores (para os quais não vamos nos concentrar nesse pequeno tutorial), algumas cidades vedam o uso de carros de som para anúncios de propagandas, pelo que, qualquer interessado em explorar esse tipo de negócios, deverá primeiramente procurar a prefeitura do município onde pretenda atuar, a fim de saber o que a legislação local prevê para a exploração do serviço de propaganda volante em carros de som para anúncios comerciais.

Normalmente, as legislações municipais que autorizam a veiculação de carros de som, determinam que a prestação de serviços seja feita em caráter individual, devendo o interessado se inscrever como autônomo e recolher o ISS (Imposto sobre Prestação de Serviços), ou informar-se sobre o código CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) relativo à atividade de carros de som no Brasil.
Porém, praticamente todas as cidades do Brasil, são bem flexíveis quanto ao uso de carros de som para anúncios religiosos e de utilidade pública, o que exime o interessado das preocupações acima descritas, quando o carro de som for construído para essa finalidade.
Também estão livres dessas complicações, os proprietários de carros de som para uso exclusivo na veiculação de propaganda eleitoral, exceto para os casos em que haja alguma proibição judicial específica para o pleito em causa, porque este tipo de publicidade é regida por Lei Federal, que eventualmente até pode ser alterada por decisão do Juiz Eleitoral em algumas circunstâncias locais, fugindo à competência da legislação municipal.

Muitos proprietários de carros de som, optam por trabalhar com carros maiores, do tipo de caminhonetes, com equipamentos de som que normalmente funcionam na voltagem 110 ou 220, carecendo de um inversor (desaconselhável, pelo auto comsumo de bateria e baixa potência final (veja-se para essa comparação os nobreacks, comumente usados nos computadores)), ou um gerador de energia elétrica movido a gasolina, para a produção da energia necessária ao seu funcionamento, o que também nem sempre é aconselhável, pelo ruído que esses geradores provocam quando de seu funcionamento.
Eu sempre optei por trabalhar com equipamentos de som movidos a bateria, e é sobre esse tipo de projeto que vou desenvolver essa abordagem.

hoje em dia, pela economia com gastos de combustíveis, têm surgido propaganda de rua, feita numa moto, mas eu particularmente não aconselho tal adaptação, porque a maioria das motos de baixa cilindrada é refrigerada a ar, e um uso prolongado da mesma em velocidades muito baixas (o que é o caso de propagandas volantes de rua), pode causar grandes desgastes pela falta de resfriamento do motor, sem falar que além do som ficar mais próximo do chão, o que dificulta sua propagação, tal adaptação ainda encontrará uma grande desvantagem com baterias, pois uma moto não poderá comtar com uma bateria muito grande por causa do peso (eu trabalho com duas, uma delas, de caminhão!) e nem contará com uma forma viável de carregar uma bateria com um pouco mais de amperagem (meu alternador para carregar as baterias é de 90 Amperes!), o que prejudica sensivelmente qualquer espectativa na manutenção de uma razoável potência de som.

Para mim, o ideal é trabalhar com carros relativamente leves (o que facilita manobras nas mais variadas situações, pois muitas vezes nos deparamos com ruas sem saídas, só para exemplificar), e de preferência não muito novos, porque esse tipo de serviço de carro de som (que na maioria das vezes faz com que o veículo percorra grandes distâncias e de forma ininterrupta na velocidade média de dez quilômetros por hora), de certeza sempre vai provocar algum desgaste extra para a maior parte dos motores comercializados hoje em dia.

Existem vários fabricantes de caixas de som para carros de som, mas eu acho bem mais viável e durável, mandar construir uma caixa de som (e isso pode ser feito na maioria das marcenarias, por esse Brasil a fora) a partir de compensado Naval, atendendo as especificações de acústica do fabricante dos auto-falantes que você escolher, que depois de construída, deverá receber uma impermeabilização com bate-pedra (aquele mesmo usado para impermeabilizar assoalhos de carros), seguida de uma camada de tinta.
Um outro detalhe, também bastante importante na construção de uma caixa de som para carro de som, é o direcionamento dos falantes, tuiters e cornetas, no resultado final do projeto.
Existem caixas de som prontas com saídas para os quatro lados, enquanto que alguns carros de som são montados com as caixas viradas para os lados.
Eu questiono muito esse tipo de projeto para carros de som, porque, quando o som é direcionado para os lados, cada casa ou loja por onde esse carro de som passar, será uma caixa de ressonância para o som, e, mesmo para os volumes mais baixos de som, fica quase que insuportàvel para os ouvidos de quem esteja dentro de uma casa ou estabelecimento comercial, quando da passagem de um carro de som com as caixas direcionadas para as calçadas. Então aqui, no meu projeto de carro de som, optei por direcionar os falantes, cornetas e tuiters, para frente e para trás, fazendo com que o carro de som seja o menos incômodo possível para quem é obrigado a ouvi-lo – por ser a propaganda de carro de som, imposta às pessoas e, muitas vezes, elas só ouvem esse tipo de divulgação porque não são surdas, pois, se tivessem escolha, na certa não a ouviriam); além de facilitar a propagação do som, por este (sendo vulnerável aos obstáculos, na maioria das vezes (exceto nas esquinas ou ruas-sem-saída), encontrar menor obstrução à sua passagem.
Essa caixa deverá ser colocada no capô do carro, e para isso, aconselho que seja fixado nesse capô de carro destinado para carro de som, um bagageiro bem reforçado, (que provavelmente deverá ser feito sob medida para a caixa de som em questão (sendo este bagageiro) preso ao carro em cima de pequenos pedaços de borracha, evitando-se assim, maiores danos à lataria do veículo.
por medida de segurança (que se mostrou indispensávelpara o tamanho e peso de caixa que uso), o meu projeto incluiu um sistema de garras fixadas com parafusos e travas extras para maior segurança, visto que, uma caixa de som desse peso, não pode apresentar a mínima hipótese de cair de onde está, mesmo que o veículo que a leve, eventualmente seja submetido a velocidades maiores (eu nunca ultrapasso oitenta quilómetros por hora) num deslocamento entre bairros (pois as consequências de um tipo de acidente desses, seriam realmente desastrosas).

Como a maioria dos auto-falantes possuem cones de papelão, um projeto de carro de som deverá incorporar um sistema de proteção contra as intempéries (pois muitos anúncios são feitos em baixo de chuva).
para isso pode-se fazer tôcas de lona com bordas elásticas para serem vestidas na boca da caixa onde estiverem os auto-falantes (no caso de dois lados com auto-falantes, deverão haver duas tôcas), e para que não aconteça da água escorrer para debaixo da tõca, deverá ser fixada na caixa, em baixo de onde ficará o elástico, uma aste de ferro devidamente vedada com borracha, ou ainda uma capa de lona que envolva a caixa de som por completo.

Se você tem em mente oferecer um serviço de carro de som de qualidade, essa caixa de som deverá trabalhar com sons agudos – representados por tuiters, médios – representados por cornetas (que poderão ser internas ou externas – para carro de som, eu preferia trabalhar com as externas, mas mudei de opinião, quando testei um projeto com cornetas internas, trabalhando com Drivers da Selenium, em cornetas internas, também da Selenium) e médio-graves – representados por auto-falantes; (os sons extremamente graves – representados por subwoofers, para carros de som, são totalmente dispensáveis, pois os sons graves demais e que não estejam sendo nutridos por uma potência exageradamente grande, além de exigir uma amperagem de bateria muitíssimo auta, ainda terminam por perder quase que por completo sua eficácia em ambientes muito abertos, o que é o caso desse tipo de veiculação.

A maioria dos tuiters e drivers de cornetas que conheço, possuem potência de 50 wats, e devem ser protegidos das freqüências mais graves de som por um crossover (divisor de freqüências, que pode ser passivo ou ativo), ou por capacitores que, apesar de não oferecerem a mesma qualidade, ainda assim, podem resolver satisfatoriamente a situação e evitar danos aos reparos dos mesmos.

O ideal é que seu carro de som trabalhe com dois módulos de potência, um mais fraco (aqui trabalho com um módulo de 200 Wats RMS), e outro bem mais forte, para emular os auto-falantes de médios-grave, para os quais uso atualmente um módulo de potência chaveada de 600 WRMS.
Aqui, optei por trabalhar assim, e consegui um resultado muito bom, ligando em cada canal da potência menor um tuiter e um driver de corneta.
Na potência maior, devem ser ligados os auto-falantes, que devem atender as especificações do fabricante da potência, quanto a resistência em OHMS de cada auto-falante, para que possa ser aproveitada ao máximo a potência do módulo; (aqui, uso 4 falantes de 12 polegadas, com 4 OHMS cada, ligados em paralelo, dois por cada canal, o que dá uma resistência de 2 OHMS por canal, atendendo perfeitamente às indicações do fabricante).
Já para a potência menor, esta trabalharia com desempenho máximo, quando encontrando resistência também de 2 OHMS, porém, como estão ligados nela, um Tuiter e um Driver por canal (8 OHMS, cada), em paralelo, o resultado final é 4 OHMS por canal, o que reduz consideravelmente a potência final do módulo (para 120 WRMS por canal), plenamente suportável pelos drivers e tuiters com 50 WRMS, cada,muito embora quando se usa capacitores, a resistência seja praticamente nula. Mesmo assim, tenho que ajustar o volume da potência maior (a potência menor não dispôem de tal controle, e não achei jeito de adaptar um potenciômetro para esse ajuste nela), para que ela não fique, nem muito auta, nem baixa demais, em relação ao volume das cornetas e tuiters, pois tal desajuste, tanto de um, quanto de outro lado, é extremamente prejudicial para o resultado final num bom desempenho de carro de som. Aliás, não só para carro de som, mas para toda e qualquer emissão sonora que se preze!

Falando em potência RMS (Wats reais), há muitos fabricantes de módulos de potência que prometem aquilo que não oferecem de verdade, e você pode descobrir facilmente se está comprando “gato por lebre”, ao analisar os fusíveis que são projetados para suportar os picos máximos de potência de som para cada canal do módulo.
Uma potência que trabalhe com fusíveis de baixa amperagem, jamais poderá afirmar que propicia uma Watagem real muito alta, pois isso pode ser facilmente contestado pelos cáuculos eletrônicos-matemáticos.

há dois tipos de módulos de potência: as potências chaveadas, que produzem um som de melhor qualidade, mais incorpado, mas consomem muito mais energia e precisam de baterias bem mais robustas para seu funcionamento, exigindo também, um alternador de maior capacidade de carga, e as potências transistorizadas, à base de transformadores, que produzem um resultado relativamente bom, atreladas a baterias de menor amperagem (muito embora esta ainda deva corresponder a potência do módulo para o qual vai fornecer energia, exigindo-se uma amperagem maior conforme seja maior a potência de som do módulo).
Para se ter uma idéia disso, tenho uma de 600 Wats RMS (300 por canal), que é chaveada e trabalha com dois fusíveis de 20 amperes por canal e uma de 400 Wats RMS (essa transistorizada e atingindo potência máxima também, quando em 2 OhMS), que trabalha com fusíveis de 20 amperes por canal (ambas fabricadas pela Voyer.
Inclui ainda, na minha aparelhagem, um mixer de som, também fabricado pela Voyer, que além de facilitar o controle de volume, permite ainda, locuções ao vivo em alguns casos de emergência.
Em se usando sistema misto, com potências chaveadas e Transistorizadas (como é no meu caso), (com o mixer), o toca-cd ou Minedisk, deverá ter saídas RCA e, sem o Mixer, deverá ter além das saídas RCA, saídas pré-amplificadas.
O mais razoável, é trabalhar com duas baterias, uma para o fornecimento da energia necessária ao arranque e funcionamento do carro (faróis, ignição, etc), e outra somente para o som, (para o que é recomendado uma de caminhão), sendo estas carregadas por um alternador relativamente robusto; (aqui, como disse lá em cima, uso um de 90 amperes, original de um veículo com ar-condicionado).

Como sempre trabalhei com Auto-falantes, Tuiters e drivers de cornetas da marca Selenium, posso afirmar que o suporte técnico deles é bastante atencioso, fornecendo as melhores informações para a comcepção de um projeto de carro de som que atenda suas reais necessidades, desde as especificações para a construção da caixa de som, até a indicação de capacitores ou crossovers para os médios e agudos.

Para maiores informações, visite o Site da Selenium em www.selenium.com.br

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